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Antes de comemorar o Dia das Mães, leia isso

  • Foto do escritor: Denyse Ribeiro
    Denyse Ribeiro
  • há 3 dias
  • 1 min de leitura

O amor que a gente reconhece nos detalhes.

Existe um tipo de amor que a gente não aprende nos livros. A gente reconhece no gesto. No copo d’água deixado ao lado da cama. Na mensagem perguntando se chegou bem. Na comida que tem gosto de casa, mesmo quando estamos longe.


Ser mãe ou viver esse amor de mãe é uma presença que se espalha nos detalhes, muitas vezes silenciosa, mas impossível de ignorar. O Dia das Mães não é só uma data no calendário. É um daqueles momentos que fazem a gente parar, nem que seja por alguns segundos, e perceber tudo aquilo que já estava ali o tempo todo.


É quando a memória fica mais sensível. Quando pequenos gestos ganham outro peso. Quando a gente entende que amor, de verdade, raramente é grandioso, ele é constante. E, talvez, por isso seja tão difícil colocar em palavras. Como agradecer por algo que sempre esteve ali? Como traduzir cuidado, colo, presença?


Cada pessoa encontra o seu jeito.


Tem quem escreva. Tem quem ligue. Tem quem abrace. E tem quem escolha transformar sentimento em gesto, daqueles que permanecem, que ocupam um espaço, que lembram todos os dias o que foi sentido. No fim, o que importa não é o formato. É a intenção.


Porque o amor de mãe não precisa de ocasião para existir…mas merece ser reconhecido. E, às vezes, tudo o que a gente precisa é de um momento para sentir, agradecer e retribuir do nosso jeito.

 
 
 

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